Este blog é dedicado aos 6º Semestres das turmas da Pedagogia e Educação Física do Centro Universitário Ítalo Brasileiro 2012.1
quarta-feira, 2 de maio de 2012
A Gaiola dos Gêneros
Leiam o texto a seguir:
Opção 1- Texto em PDF
http://www.4shared.com/office/Fy1Xxcgr/a_gaiola_dos_generos.html
Opção 2- Texto on line
http://www.cartacapital.com.br/sociedade/a-era-do-pos-genero-2/
A identidade funciona como forma de vínculo de pertencimento. Na modernidade, esses vículos eram mais estáveis. Já a sociedade pós-moderna tem proporcionado novas formas identitárias, colocando em declínio as identidades tradicionais de classe, raça, etnia, sexualidade, gênero etc. Isso é decorrente da mediação da vida social pela globalização e seu mercado de estilos, lugares, imagens etc. e a difusão do consumismo, seja como realidade ou sonho, que produzem e nos confrontam com diferentes identidades. Hoje, as identidades se encontram com fronteiras menos definidas, voláteis, instáveis. As identidades tornaram-se fragmentadas, fluidas e provocam no indivíduo uma crise quanto aos seus modos de ser.
Diante do excerto acima e do texto "a gaiola dos gêneros", quais os possíveis impactos desse fenômeno em você e no exercício da docência.
Responder até13/05
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O nosso cotidiano escolar está impregnado do mito da democracia racial – um dos aspectos da cultura da classe dominante que a escola transmite-, pois representa as classes privilegiadas e não a totalidade da população, embora haja contradições no interior da escola que possibilitam problematizar essa cultura hegemônica, não desprezando as diversidades culturais trazidas pelos alunos. Assim, apesar de a escola inculcar o saber dominante, essa educação problematizadora poderia tornar mais evidente a cultura popular.
ResponderExcluirA proposta de uma educação voltada para a diversidade coloca a todos nós, educadores, o grande desafio de estar atentos às diferenças econômicas, sociais e raciais e de buscar o domínio de um saber crítico que permita interpretá-las.
Nessa proposta educacional será preciso rever o saber escolar e também investir na formação do educador, possibilitando-lhe uma formação teórica diferenciada da eurocêntrica. O currículo monocultural até hoje divulgado deverá ser revisado e a escola precisa mostrar aos alunos que existem outras culturas. E a escola terá o dever de dialogar com tais culturas e reconhecer o pluralismo cultural brasileiro.
Talvez pensar o multiculturalismo fosse um dos caminhos para combater os preconceitos e discriminações ligados à raça, ao gênero, às deficiências , à idade e à cultura, constituindo assim uma nova ideologia para uma sociedade como a nossa que é composta por diversas etnias, nas quais as marcas identitárias, como cor da pele, modos de falar, diversidade religiosa, fazem a diferença em nossa sociedade. E essas marcas são definidoras de mobilidade e posição social na nossa sociedade.
Nós, como educadores, temos a obrigação não só de conhecer os mecanismos da dominação cultural, econômica, social e política, ampliando os nossos conhecimentos antropológicos, mas também de perceber as diferenças étnico-culturais sobre essa realidade cruel e desumana.
Olhar a especificidade da diferença é instigá-la e vê-la no plano da coletividade. Pensar numa escola pública de qualidade é pensar na perspectiva de uma educação inclusiva. É questionar o cotidiano escolar, compreender e respeitar o jeito de ser negro, estudar a história do negro e assumir que a nossa sociedade é racista. Construir um currículo multicultural é respeitar as diferenças raciais, culturais ,étnicas, de gêneros e outros. Pensar num currículo multicultural é opor-se ao etnocentrismo e preservar valores básicos de nossa sociedade.
Ligia Mattos 9699
Ed Física
olha, li o texto, como também li seu jornal e diante do que você relatou, concordo plenamente contigo.Sua visão geral no assunto foi excelente,parabéns.
ExcluirSantiago
RA 29559
Acredito que o preconceito dos gêneros vem da sociedade, de geração em geração,ou seja,vem da família,muitas vezes acontece isso por não terem conhecimento,não porque querem,começa pela escola,se o aluno não tem os requisitos que ela exige é excluído.O professor tem que fazer um trabalho para desconstruir o currículo,ensinar os alunos que as pessoas são diferentes,que não devemos ter descriminação ou preconceito com cor raça, sexualidade,religião,etc.Devemos aceitar o outro do jeito que ele é,que não importa sua opção,o importante é o caráter.
ExcluirCicera Oliveira Maak RA:30537
Pedagogia 6º semestre manhã
Trabalhar igualmente essas diferenças não é uma tarefa fácil para o professor, porque para lidar com elas é necessário compreender como a diversidade se manifesta e em que contexto. Portanto, pensar uma educação escolar que integre as questões étnico-raciais significa progredir na discussão a respeito das desigualdades sociais, das diferenças raciais e outros níveis e no direito de ser diferente, ampliando, assim, as propostas curriculares do país, buscando uma educação mais democrática.
ResponderExcluirEmbora saibamos que seja impossível uma escola igual para todos, acreditamos que seja possível a construção de uma escola que reconheça que os alunos são diferentes, que possuem uma cultura diversa e que repense o currículo, a partir da realidade existente dentro de uma lógica de igualdade e de direitos sociais. Assim, podemos deduzir que a exclusão escolar não está relacionada somente com o fator econômico, ou seja, por ser um aluno de origem pobre, mas também pela sua origem étnico-racial.
Ligia Mattos 9699
Ed Físca
Concordo com a ligia, esta missão é dificil mas creio que nao impossivel, devemos mostrar aos alunos as diferencas existentes na sociedade desde racial ate sexual, pois o convivio com o "diferente" em algum momento da vida ira acontecer, e deve-se respeitar a diferença do proximo, pois existe diversas culturas.
ExcluirVINÍCIUS REIMÃO TONON RA:26468 EDUCAÇÃO FÍSICA 6ºSEMESTRE NOTURNO
Tbm concordo sem tirar um virgula, e tbm tenho certeza que não é uma coisa impossível embora seja difícil de ser implantada na escola sendo que existe outros que por sua vez tem que ter a mesma vontade pois uma andorinha não faz verão, lidar com diversas culturas de alunos e de outros professores que estão envolvidos no mesmo acordo de lidar com o "diferente".
ExcluirDanubia Xavier RA 37885 Ed. Fisica
Concordo com a Ligia que para trabalhar este assunto na escola não é uma tarefa facil mas temos que mostrar aos alunos que todos tem suas diferenças e temos que respeitalas.
ExcluirAdilson Santos de Andrade RA: 29099 ED.FISICA NOTURNO.
Também concordo com a Ligia sobre a DIFICULDADE de se trabalhar este assunto na escola, ainda mais sendo professor de Ed. Física e vendo os alunos 1 ou 2 vezes por semana, ou seja, 80 ou 140 minutos por semana num total de 10.080 minutos desta mesma semana, então temos que manter os pés no chão e entender que vamos plantar apenas uma semente e se ela não for regada acabará morrendo. Será que o meio em que vivem estes alunos a regará ou a deixará morrer? Enfim, como disse a Ligia, temos que fazer a nossa parte independente de todo o resto.
ExcluirAnderson Jovino da Silva - RA: 22927 - Educação Física - 6° semestre - Noturno
Concordo com a Ligia, não e uma tarefa facil para
Excluirprofessores mudar toda uma sociedade preconceituosa
com costumes e culturas diferenciadas. E preciso muita determinação e conhecimentos para travar uma batalha
nesse sentido da construção de uma escola que reconheca
que terão que trabalhar com diferentes culturas.
Claudenice Pereira Avila Ra 28663
concordo com vc Ligia! é tão difícil trabalhar com essas diferenças dentro da escola,é uma tarefa muito difícil tanto para o professor como para os alunos q já tem sua opinião formada sobre isso, que normalmente é uma opinião preconceituosa! josefa dionizia de souza tomaz magalhaes ra 18627
ExcluirDesde o surgimento do homem, após o agrupamento do mesmo e o convívio social, uma troca de experiências e reciprocidade foi estabelecida.
ResponderExcluirTodo o conjunto de conhecimentos e modos de agir e pensar dá origem à cultura, toda sociedade tem a sua, pois não existe sociedade sem cultura, independentemente do lugar.
Um recém nascido em seus primeiros minutos já começa, de certa maneira, a se socializar, pois existem várias pessoas ao seu redor criando uma relação social e cultural, quando estiver falando ou aprendendo a falar ele vai adquirir uma língua que é sem dúvida uma herança cultural, sem contar o seu modo de vestir que vai variar conforme o país, a alimentação, os rituais entre outros.
A identidade cultural caracteriza as pessoas pelo modo de agir, de falar, é como se as “rotulasse” a partir dos modos específicos de sua cultura.
A cultura é fruto da miscigenação de diferentes povos que introduziram seus hábitos e costumes, com o contato de uma cultura e outra, pode gerar uma cultura ainda mais diferente.
A identidade cultural move os sentimentos, os valores, o folclore e uma infinidade de itens impregnados nas mais variadas sociedades do mundo, e apresenta o reflexo da convivência humana.
Marcelo Sant'Ana 32624
Ed Fíica
Hoje sem duvida tenho certeza de algumas identidades tradicionais, o sexo, raça e genero. O modernismo faz com que a identidade se transformam ao passar do tempo, mudamos pelo estilos de moda, novos lugares e ate mesmo a nossa classe perante algumas cituaçoes, como conquistar algo importane ou pela mudanca de vida financeira. Estamos sujeitos a mudança todos os dias.
ResponderExcluirRonaldo Adriano Santoro RA:42542
A visão heterossexuada do mundo na qual a sexualidade considerada como “normal” e “natural” está limitada às relações sexuais entre homens e mulheres. As outras sexualidades, homossexualidades, bissexualidades, sexualidades transexuais são, no máximo, definidas, ou melhor, admitidas, como “diferentes”.
ResponderExcluirYuri Fonseca Silvério
28657
O conceito de gênero diz respeito ao conjunto das representações sociais e culturais elaboradas a partir da diferença biológica dos sexos. Atualmente, se demanda a inclusão da categoria de gênero assim com a de etnia, na análise dos fenômenos sociais, com o fim de retirar a invisibilidade das diferenças que existem entre os seres humanos e que, às vezes, ocultam discriminações.
ResponderExcluirHélio Henrique Lima da Silva > RA 28769
Os possíveis impactos desse fenômeno no exercício da docência precisam ser tratados em sala de aula e em todo âmbito escolar com muita cautela, não podemos separar, julgar e classificar entre nossos alunos os não demonstram comportamentos esperados quanto a sua estrutura física.
ResponderExcluirSilene Olindina de Couto R.A 28557
Pedagogia/manhã
Concordo com a Silene, o professor deve ser cauteloso para lidar com tantas diferenças dentro da sala de aula....não deve julgar e classificar seus alunos.
ExcluirDeve trabalhar com seus alunos e aprender com eles, pois cada um tem uma personalidade.
Cristina Aparecida Silva Barros RA 28482
Concordo com a Silene, pois a maioria das crianças e dos
Excluiradolescentes que não conhece o outro, no primeiro contato
com o(a) aluno(a) que é diferente vai descrimina-lo(a), nós como docentes/educadores(as) temos que saber lidar com essa situação.
JACQUELINE SANTOS R.A. 28474
EDUCAÇÃO FÍSICA NOTURNO
concordo com vc que este assunto é muito empacto porem com vc falou e perciso se tratar em ambientes escolares com muita cautela para os alonos para que para q todos entendam do q se trata.
ExcluirJoão Damião dos Anjos Diniz RA:29546
Sua resposta é bem pedagógica mas tem um modo de determos este fenômeno radical com uma crítica preponderante favorável aos incluídos biologicamente e socialmente serem os recursos de igualdade na aula.
ExcluirEduardo Henrique, 12033, EF, 6º sem.
João Freire Braga Junior RA 28476 Educação Fisica noturno
ResponderExcluirEm relação aos dias de hoje identidade se encontram em fraguimentos aonde a grande força de midias e imagem ocasiona em idividuos formas de pensamentos que levam ao mundo de consumismo e desejos que são distantes isso direciona grupos para as crises de identidade.
CONCORDO, COM O JOÃO FREIRE, A MÍDIA TEM UM FORTE IMPACTO NA VIDA DAS PESSOAS, ISSO FAZ COM QUE AS PESSOAS CONSUMAM EXAGERADAMENTE E CONSEQUENTEMENTE UMA CRISE DE IDENTIDADE.
ExcluirSANDARA CARDOSO DOS SANTOS RA= 29736
PEDAGOGIA MANHÃ 6 SEMESTRE
Concordo com o João Freire,a mídia influencia os individuos a terem outros pensamentos,comportamentos,e desejos diferentes,e também leva as pessoas a consumirem mais,muitas vezes sem necessidade.
ExcluirCicera Oliveira Maak RA:30537
Pedagogia 6º semestre manhã
Numa pespectiva modernista deva conter É de extrema importância a multiculturiedade no conteúdo das Questões que vivenciamos ,sexualidade, etnia, multi-cultura, equidades sociais nas suas diferenças. A cultura é criada, recriada e transformada pelas pessoas nela inseridas.
ResponderExcluirFazendo que as individuos vivenciem formas de expressões por meio da linguagens, visando à compreensoes dos sentidos, valores, respeito, conceitos e significados de determinada diversidade cultural.
Nome: Pedro Tiago
RA: 27362
concordo com o pedro os crupos que não tem uma aceitação agem com uma inibição negativa sem da oportunidades a outros,a onde sequi-se uma tragetoria de comflitos culturais.JOÃO FREIRE RA:28476 ED. FISÍCA
ExcluirÈ podemos ver que está havendo grandes mudanças na humanidade,sabemos que já havia todos esses generos,mas é so agora que todos eles estão saindo de suas gaiolas,talves porque é a hora de botar tudo para fora a sociedade caminha para a racionalização e de pocurar entender o outro,respeitando as diversidades a etnia,o negro,o deficiente o DIFERENTE e assim percebendo que somos todos iguais perante a lei de DEUS.
ResponderExcluirElisabete c.c.dos santos chiqueto ra 29263 ped manha
Elisabete, com certeza perante a DEUS somos iguais , como seria bom se o mundo tivesse esta visão cristã.
ExcluirMaria Rosivania
ra28523 - pedagogia
Silene eu concordo com voce quando dis que devemos trabalhar com as crianças essas diferenças,temos que leva-los á respeitar aos colegas que tenhão alguma diferença seja ela qual for e procurar aguir com naturalidade sem pre conceito.
ResponderExcluirelisabete c.c. dos santos chiqueto ra 29263 ped manha.
Tb concordo! A escola deve ser espaço de experimento para uma vida adulta e saudável. Respeitar as diferenças e conviver com o diferente deveria partir do espaço escolar.Vivian dos Santos Fagundes RA 10409 6 semestre Pedagogia - Manhã
ExcluirSe consideramos a identidade de hoje,aí é complicado de relatar as imperfeições que circula na humanidade.
ResponderExcluirSantiago
RA 29559
SANTIGO não entendi a sua colocação... Identidade de hoje? Quais são essas imperfeições??? e elas só circulam na humanidade nos dias de hoje? ... Ficou tudo muito vago, eu não consegui compreender a sua contribuição ao blog. Se puder explicar melhor...
ExcluirRenatha Dornelas R.A. 19855
Ed. Fisica
Preconceitos sobre: Sexualidade, Etnia, Religião e principalmente as equidades sociais nas suas diferenças tem moldado as sociedades desde o início dos tempos afeta a todos.
ResponderExcluirNa medida em que os preconceitos se manifestam em que as pessoas são "pré-julgadas" com base nas características superficiais.
O preconceito tem moldado as sociedades contemporâneas; na verdade, devemos honestamente concluir que todas as pessoas "sofrem" deste mal em vários níveis. Quando não conhecemos um indivíduo bem, começamos a caracterizá-lo, consciente ou inconscientemente, com base no que vemos. A única causa subjacente do preconceito é a ignorância.
Nome: Pedro Tiago
RA: 27362
Ed.Fisica
Olá Pedro, na minha opinião esse preconceito dos gêneros vem do que a sociedade impõe para homens e o que ela impõe para mulheres, se vc não se enquadra no que é pedido para um homem, vc está fora dos padrões, e as pessoas que formam essa sociedade te excluem por ser diferente do que eles acreditam ser um homem, eles não são ignorantes, eles não estão simplesmente ignorando,é que eles tiveram um saber diferente do seu.
ExcluirREGIANE DIAS RA 29609.
Regiane você está certa,as crianças não tem preconceitos,nascem puras é a sociedade que transfere e da significados dependendo de como ela é, age e atua na sociedade.
ExcluirÉ preciso adotar uma pedagogia de valorizar as diferenças, defender uma educação questionadora, que vai além do reconhecimento de que os alunos tem características diferentes.
Célia S. Santos R A 38939 Ped. manhâ
Concordo com a Célia qdo diz que a criança é moldada pelo meio em que vive. Tb concordo com o Pedro, pois acho que a sociedade tem a necessidade (erroneamente) achar que sabe sobre tudo, de rotular e subjulgar as pessoas, todas elas. Acho que em escalas diferentes todos sofremos algum tipo de preconceito de acordo com o local em que frequentarmos, eu por exemplo numa academia de musculação ficaria deslocado pelo fato de ser magro, porém os que me rotulam não sabem que a atividade que pratico me proporciona este perfil, ou seja, correr é uma opção minha e eu não seria muito diferente fisicamente se não corresse, porém gosto do meu biotipo (rótulo) independente do que digam.
ExcluirAnderson Jovino da Silva - RA: 22927 - Educaçã Física - 6° semestre - Noturno.
O texto é muito bom e tras assuntos que não são muito discutidos nas escolas. São relatos de pessoas que não estão satisfeitas com essas classificações e obrigações em relação a gênero que a sociedade impõe. Opnioes, escolhas e decisões devem ser respeitadas, não devem ser discutidas sobre o que é bom ou não, pq cada um conhece o que é bom para si, mas devem ser respeitadas. Penso que é isto que deve ser discutido nas escolas, nas classes e nos projetos... Assim como raça, religião, cultura, entre outros, devem ser apresentados e aprofundados de acordo com o conhecimento dos alunos. Na teoria é tudo muito bom, mas na prática o "bicho pega" porém, de uma forma ou outra deve ser inserido temas assim como conteudo relativo a outras matérias, e não como foco e exclusivo de mostrar o que é certo ou o que é errado, até pq quem sabe o que é o certo e julgar o que pensa ser errado???. Dificuldades e críticas encontraremos, mas quem disse que dar aula é facil? DAR AULA É FODA!!! (NUNES, Mario) rsrsrsrs...
ResponderExcluirRenatha Dornelas R.A.19855
Ed. Física
"Opnioes, escolhas e decisões devem ser respeitadas...até pq quem sabe o que é o certo e julgar o que pensa ser errado?" são trechos do seu comentário que concordo completamente.
ExcluirAnderson Ferreira Silva R.A.:29543
Ao ler o texto o primeiro impacto que senti foi a sensação de estranhamento, que as coisas estão ao avesso ou de cabeça para baixo. Não encontro uma definição.
ResponderExcluirAcredito que com a globalização as pessoas tem quase tudo ao seu alcance com muitas possibilidades, ao mesmo tempo sentem-se insatisfeitas, quanto mais procuram, mais confusas ou perdidas estão. Há um conflito de identidade entre outros, essa procura ao meu ver envolve cultura, religião, capitalismo, etc.
É certo que no momento da leitura, muitos questionamentos humanos surgem como por exemplo:
Quem sou eu, quem definiu dessa forma e não de outra, quem definiu entre o que é bonito, feio, gordo, magro, alto, baixo, masculino, feminino, cores....são inúmeros questionamentos. Logo lembrei de uma citação que ao meu entendimento define a situação em questão:
Sou o intervalo entre o meu desejo e aquilo que os desejos dos outros fizeram de mim.
(Fernando Pessoa)
Erica Cristina de Oliveira
RA: 28465
6 ped- manhã
Na docência não tem como dicotomizar os conteúdos do eu. Porque ao ensinar os conteúdos também ensino por meio da postura, da fala, coisas que aprendi que me foram ensinadas. Por mais que tentamos negar, não entramos no espaço escolar vazios, levamos conosco coisas aprendidas de uma vida, valores, comportamento que achamos que é o "certo", definições estabelecidas de homem, de mulher, de aluno...,
ResponderExcluirAcredito que a concientização é fundamental para conviver e respeitar as diferenças.
Erica Cristina de Oliveira
RA: 28465, 6 ped - manhã.
Correção da palavra: Conscientização
ExcluirErica Cristina de Oliveira
RA: 28465
6 ped -manhã.
concordo com Santiago a humanidade tem imperfeições,ñ devemos fazer comparações Elaine Barreto Ra : 32775
ResponderExcluirO mundo atual tem como certo a relação somente entre o homens e mulheres, caso isso n ocorra é considerado diferente e sofre discriminação, esse contexto tb esta presente nas salas de aula alunos que possuem opção sexual "diferente" assim classificada pela sociedade, devemos utilizar esse fato para fazer com as crianças saibam conviver com as diferenças sexuais, de etnias e raciais no ambiente escolar e fora dele.
ResponderExcluirVINICIUS REIMÃO TONON RA:26468 EDUCAÇÃO FÍSICA 6ºSEMESTRE NOTURNO
Vinicius concordo com vc, mais infelizmente a sociedade na qual vivemos ñ aceita esse tipo de "diferença", e trabalhar isso na escola dentro de uma sala d aula é muito dificil, claro q temos q fazer nossa parte, mostrar essa diversidade cultural a nossos alunos.
ExcluirDaniela RA 40441 pedagogia
Concordo com o Vinicius, temos que tirar essa idéia de que os homosexuais são difrentes, assim, todos conviveram melhor.
ExcluirAdriana Corrêa Teixeira
RA:42138
Vinicius concordo com vc.
ExcluirNosso papel como professor é o de orientar e tentar acabar com essa besteira de desigualdade que infelizmente ainda vivemos.
Pâmella C. Santos
RA 28794 Ed. fisica 6º sem
Hoje é tudo muito rapido nós mudamos as pessoas mudam, os valores mudam vivemos na modernidade onde tudo passa rapido,a identidade cada um tem a sua com seus próprios ideais. Elaine Barreto Ra ; 32775 Ed. Física .
ResponderExcluirElaine nao vejo essa rapidez nas pessoas em mudarem, mas sim uma forte mobilização de alguns grupos para que isso aconteça veja alguns tem influencia da midia, religiões,politicas e ambientes onde vivem e claro que na maioria das vezes temos influencias de dentro de casa para fora, vejo que muita coisa nesse mundo moderno e modinha que vem e passa para favorecer algum grupo ou alguém, porém aqueles que tem capacidade de criar seus proprios ideias tem também o poder de criticar e fazer isso em qualquer momento sem desrespeitar ninguém.
ExcluirLeandro Romão ra 35018
Elaine sabe por que é difícil entender as diversidades do mundo? Nós entramos em conflito sempre que alguém diz que estamos errados, que estamos ultrapassados em relação a ser diferente, ser o que realmente nos faz feliz, a vida é tão curta precisa ser vivida com amor e liberdade.
ExcluirCélia S. Santos RA 38939 Ped. manhã
Homens e mulheres possuem, dentro de si, hormônios masculinos e femininos. Por isso não existe homem 100% masculino e mulher 100% feminina. A rigidez imposta sobre os papéis de gênero limitam muitas pessoas, forçando-as a serem aquilo que não são, reforçando a infelicidade. O que importa é sermos felizes, da forma como somos, respeitando a forma de ser de cada um. Ao invés de reforçarmos nas crianças as noções rígidas de masculino e feminino, precisamos reforçar as noções de cidadania, de combate a corrupção, de paz, atitudes que podem concretamente melhorar a qualidade de vida. Sobretudo porque antes de sermos homens, mulheres, somos seres humanos. É preciso sempre se lembrar disso.
ResponderExcluirDouglas Santos R: 24138
oi,boa noite? não sei se vc observou ou cometeu engano,porque já tenho duas postagem e não tive o conceito.Obrigado e desculpa.
ResponderExcluirsantiago
educação fisica
RA 29559
Olá Santiago, oq ocorre é q a planilha que visualizou foi atualizada antes de seus comentários entrarem...
ExcluirRepare que a data da planilha é 06/05, seus comentários são do dia seguinte...
já estão na planilha oficial, e na próx atualização verá q seu status está em 100%
att Angélica Salom
concordo com voce silene,eo professor nao entra na sala de aua para criticar e nem classicar niguem e sim para ensinar e concientizar o respeito a toda sociedade.
ResponderExcluirRonaldo Adriano Santoro RA:42542
Concordo com vc Ronaldo! Assim como outros profissionais, o professor deve ter um cuidado em apresentar suas próprias opiniões para as crianças, pois muitas delas contaminam o outro de forma negativa. Tive uma experiência muito ruim, em um dos meus estágios, onde a professora julgava um aluno homossexual para os demais colegas de sala, usando palavriado inadequado, praticamente humilhando o garoto perante os demais, assim percebi que esse tipo de atitude não partiu dos alunos e sim do professor, que sentia-se dono da situação e detentor do poder dentro de sala de aula. Foi uma experiência muito triste, perceber que aquele garoto sofria descriminação da própria professora. Vivian dos Santos Fagundes RA 10409
ExcluirSe pararmos para analisar esta situação,da sexualidade pos-moderna como foi citado no texto,isto vem acontecendo de uma forma muito natural,para ser bem trabalhado dentro da sala de aula o educador deve ficar atento a algumas atitudes dos alunos,a questao do bullying ainda é muito forte,cabe ao educador juntamente com a familia ter um papel fundamental na vida desta criança,se for um trabalho bem elaborado de pesquisas e orientações o educador tira de letra a forma de se explicar esta nova era que está acontecendo no mundo de hoje.
ResponderExcluirJéssica A. da Silva
RA:23892.
Pedagogia,Matutino,6° Núcleo.
CONCORDO COM A JESSICA,DA FORMA QUE AS PESSOAS VEM SENDO ORIENTADAS NOTICIAS DO PRECONCEITO VAI SE EXPANDINDO,COM A COLABORAÇAO DA FAMILIA E AS PESSOAS QUE VENHA A SE CONSIENTIZAR DE FORMA RESPEITOSA SOBRE ESSA CIRCUNSTANCIA,O PRECONCEITO AINDA É MAL QUE A CURA SE ENCONTRA LONGE MAS ESTAMOS CHEGANDO PROXIMO.
ExcluirFRANCISCO ERNANDO AGOSTINHO MARIANO.RA.28798 ED,FIDICA 6 NOTURNO.
concordo com a jessica a conscientizaçao e fundamental para que as pessos venha intender os generos que esta aparecendo na sociedade a cada dia.
ExcluirAILTON AP DA SILVA SOUZA R.A 29177 ED FISICA 6º NOTURNO.
Concordo com a Elaine,a sociedade vive tudo muito rapido hoje em dia,se analizarmos os anos anteriores,se vivia com menos rapidez,hoje voce vive correndo,com informações a mil por hora,com esta nova era da tecnologia,ficou tudo muito avançado.
ResponderExcluirJéssica A. da Silva
RA:23892
Matutino,Pedagogia,6° Núcleo.
Concordo com Vinicius,se não mudarmos a forme de pensar sobre o "DIFERENTE" ficaremos estagnados a uma geração imposta como quadrada.
ResponderExcluirJéssica A. Silva.
RA:23892
Matutino,Pedagogia,6° Núcleo.
Eu concordo com a Jessica o diferente está ai temos que mudar nosso ponto de vista.
ExcluirCristina Aparecida Silva barros RA 28482 pedagogia 6º semestre.
Desde do inicio do mundo a visão sempre foi hetero e nao vai ser agora que ira mudar mesmo com tantas leis em defesa dos direitos iguais a todos, claro que temos que respeitar a escolhar de cada ser humano. Com a globalização e mordenidade do mundo hoje em dia podemos conhecer diversas culturas de povos que aceitam normalmente e povos abominam essas escolhas. No Brasil ainda e grande o preconceito contra as opções sexuais homossexual, bissexualidade ou transexuais por nossa cultura na maioria vim do catolicismo onde o sexo era visto como pecado e somente realizado por homemens com mulheres, hoje no mundo considerado moderno eles assumem junto com outras religiões que tratam a as escolhas nao hetero como doenças psicologicas, temos sim ainda uma grande dificuldade de aceitar quem esta fora do padrão de sexualidade que apreendemos desde pequenos.
ResponderExcluirLeandro Romao ra 35018
na minha opniao eu concordo com o Leandro romão.O que deveriamos seguir é que viemos de um homem junto com uma mulher ou seja desde o principio da historia de adão e eva o homem fica com mulher. Mais como tudo muda ao passar do tempo hoje as coisas andam para outros horizontes, com o avanço de tecnologias, informaçoes, leis e muitos avanços, as pessoas ficaram mais assessíveis e livres para se expressar e escolher o que realmente desejam ser. Porém não é por isso que devemos desrespeitar o próximo independente de sua raça, gênero, etnia, cor e etc.
ExcluirMarilene dos santos silva RA:24267
noturno ed.física 6º
concordo com o Leandro,nós fomos educados a uma cultura machista,mais devido a globalização e as transformações do mundo, devemos conhecer está grande diversidade:ética,religião, cor, raça,gênero,sexualidade,mas devemos nós respeitar como sujeitos, e aceitar a opção de cada um e não condená-las ou críticar em suas decisões.
ExcluirRosana Marits RA: 31775 - 6°Pedagogia Matutino
Pensando nessa questão me dei conta que tanto em minha vida como em sala de aula ou na escola, sempre misturei gênero com sexualidade, mas refletindo percebi que devo fazer essa separação porque na verdade genero é o que a sociedade atribui a cada um do que considera masculino ou feminino. Somos influenciados pela cultura, por isso nos tornamos homens ou mulheres.
ResponderExcluirREGIANE DIAS RA 29609
olÁ REGIANE, TIVE O MESMO SENTIMENO QUANTO AO MEU PENSAMENTO........MAS A CULTURA DE FATO INFLUENCIA DEMAIS....COMO CITOU O NOSSO COLEGA ACIMA, O CATOLICISMO DE FATO VÊ O SEXO COMO UM GRANDE PECADO E COMO VENHO DE UMA FAMÍLIA CATÓLICA, MUDAR O PENSAMENTO TORNA-SE TAREFA.
ExcluirZILENEIDE SANTOS RA 29320
PEDAGOGIA MANHÃ
Concordo com a Regiane na questão da influência de cultura, acabamos entrando como dizem " Na MODA " e percebemos que a questão de escolha é uma telepatia envolvendo nossos genero e sexualidade .
ExcluirJanine Bianca silva Vanna
RA 38008
Regi, eu também pensava assim. Hoje percebo o valor da leitura, da pesquisa.
ExcluirBom seria se pudessemos manter sempre esse diálogo de troca de experiência sobre saberes, inquietações que nos tira do conforto.
Sabe, as vezes tenho a impressão que as coisas vão se desconstruindo, como se fosse um castelo de areia. Quando pensamos que já está pronto ele desmorona e como criança que o vê cair não se zanga, fica feliz por recosntrui-lo novamente. Desta forma, coisas que aprendi durante a vida ao passar do tempo e com direcionamento percebo que vão se desfazendo e sendo recosntruidas de outra maneira...
Erica Cristina de Oliveira
RA:28465
6 ped-manhã
Erica suas palavras me lembra a frase da professora Carol que jamis vou esquecer... A TOMADA DE CONSCIENCIA cabe então em todos momentos de nossa vida.
ExcluirMaria Rosivania
ra28523- pedagogia
As pessoas ,homem ou mulher as vezes se sentem confusos com suas indentidades, não sabem quem realmente é, o que precisa fazer
ResponderExcluirpara se descobrirem, ou na maioria das vezes não se assumem por
medo de enfrentar o preconceito da sociedade. Acho que cada um faz
sua opção sexual e todos deveriam respeitar, porque acima de tudo
homem ou mulher são seres humano que merecem respeitos não importa
a sua escolha.
Claudenice Pereira Avila RA 28663
Concordo com Vc Nice! Essas pessoas se sentem confusas justamente por causa da sociedade, dos preconceitos,e isso só acontece por influencia da propria sociedade, de um Ser homem e um ser mulher.A propria socidade tem medo de aceitar que somos iguais, pois isso não nos foi imposto desde pequeno e que desde pequenos aprendemos que somos diferentes e que temos que ser tratados diferentes.
ExcluirA sociedade nos mostra muito de ser diferente, por isso , ainda tem muita gente que não aceita ou tem dificuldades de ver ...
Patrícia Almeida e Souza Figueired RA:33079
Claudenice, concordo com sua colocação o respeito acima de tudo e cada qual assuma sua escolha.
ExcluirMaria Rosivania
ra 28523 - pedagogia
concordo com você Claudenice,muitas vezes as pessoas não assumem sua identidade por enfretarem preconceitos da sociedade,devemos aceitar como elas são,e respeitar as opçôes das pessoas,o importante é se sintir bem e feliz com a opção que escolheu,não adianta mostrar para sociedade algo que não é, só para dar satisfação e ser infeliz.
ExcluirCicera Oliveira Maak RA:30537
Pedagogia 6° semestre mANHÃ
Concordo com a Claudenice, devemos respeitar a opção de cada um,em suas escolhas.
ExcluirRosana marits ra: 31775 - matutino
Isso é verdade devemos nos lembrar do respeito para com o outro, coisa que tem se perdido cada vez mais na nossa sociedade, acredito que o medo do "diferente" é o que tem dominado a maioria das pessoas ,ás vezes, até mesmo aquelas que se dizem não ter preconceito.
ExcluirSilene Olindina de Couto R.A 28557
Pedagogia/manhã
Adorei sua opinião, Claudenice as pessoas não assumi a sua verdadeira identidade por medo da sociedade que intimida o individuo impõem o que ele deve ser e abandona-o.
ExcluirA sociedade antes de julgar,discriminar, deveria valorizar a pessoa e deixar a livre escolha de ser homem ou mulher, está pessoa vai contribuir com a sociedade muito mais se for feliz. Na minha opinião os que não aceita a troca de sexo, são covardes eles tem vontade de mudar também e não tem coragem e parte para cima dos tiveram coragem de assumir a sua verdadeira identidade, cade a Lei desse PAÍS...
Célia S. Santos R A 38939 Ped. manhã
CONCORDO QUE DEVEMOS RESPEITAR AS DIFERENÇAS DE IDENTIDADE EM NOSSA SOCIEDADE, MAS PARA ENFRENTAR NÃO BASTA TER RESPEITO PELO PRÓXIMO. MAS SIM MOSTRA PARA NOSSAS CRIANÇAS E SOCIDADE QUE NÃO PODEMOS CLASSIFICAR MAIS NOS DIAS DE HOJE,QUEM E DO SEXO MASCULINO, E QUEM É DO FEMININO, NEGRO, ÍNDIO OU OUTRA CLASSIFICÃO FEITA NA SOCIEDADE, E DEVEMOS MOSTRA QUE ESTAMOS VIVENDO EM UMA NOVA FORMAÇÃO DE SOCIEDADE E QUE VEM COM NOVAS IDENTIDADES .
ExcluirMARCIO LEANDRO MAGELE SANTOS. ED,FÍSICA 29.629
Concordo com A claudenice, temos que respeitar as escolhas de cada pessoa.Cada pessoa tem a sua Identidade.
ExcluirAlessandra Silva Ra 28533
Vivemos em um mundo que está em constante mudança, com o pos modernismo podemos dizer que agora as pessoas podem ser o que realmente querem ser, Temos que respeitar acima de tudo as escolhas das pessoas, Como Educadora estar atento a essa nova realidade.
ExcluirAlessandra Silva RA 28533
PORTANTO CONCORDO COM A CLAUDENICE CADA PESSOA TENHA A SUA ESCOLHA CADA UM FAZ O QUE PREFERIR NA VIDA É SO RESPEITAR,A PUNIÇAO AINDA É BRANDA PARA QUEM AINDA FALTA COM RESPEITO.
ExcluirFRANCISCO ERNANDO AGOSTINHO MARIANO.RA 28798,ED FISICA 6 NOTURNO.
DEVO CONCORDAR QUE, NÃO SÓ A GLOBALIZAÇÃO,A TECNOLOGIA E O DIREITO DE EXPRESSÃO, VIERAM PARA TRANSFORMAR OU LIBERTAR A MENTE HUMANA DE,ANTIGOS VALORES DANDO VIDA A IDEAIS ÉTNICOS-RACIAIS JUNTO COM COMPORTAMENTOS QUE NO PASSADO ERAM DIFÍCEIS DE ACEITAR E COMPREENDER DENTRO DE UMA SOCIEDADE CONSERVADORA.PORÉM NUMA SOCIEDADE MODERNA, COMO A QUE VIVEMOS HOJE, QUE LUTA E DEFENDE SEUS DIREITOS DE CIDADÃO QUE NO FINAL ACABAM SE TRANSFORMANDO EM LEIS,NÓS COMO EDUCADORES TEMOS QUE ESTAR NUMA POSIÇÃO NEUTRA,VISTO QUE ASSUMIMOS O COMPROMISSO COM UMA EDUCAÇÃO LIBERTADORA DE, CONSTRUIR O FUTURO CIDADÃO COM AUTONOMIA E OPINIÃO CRÍTICA, MAS QUE RESPEITEM O SEU PRÓXIMO COM SUAS DIFERENÇAS. MARLI SANTOS RA 29722
ResponderExcluirCONCORDO COM A COLEGA LIGIA MATOS, TEMOS QUE DISCUTIR E DEFENDER NOVAS IDEIAS PARA PROPOR UM CURRÍCULO DIVERSIFICADO QUE RESPEITE E DEFENDA AS DIFERENÇAS ÉTNICOS-RACIAIS.A ESCOLA TEM UMA PAPEL SIGNIFICATIVO E IMPORTANTE NESSA TAREFA TÃO COMPLEXA.MARLI DOS SANTOS RA 29722
ResponderExcluirNão se devem fazer diferenças entre gêneros. Devemos ensinar que existem várias formas de masculino e feminino, e fazer o possível para não estabelecer diferenças entre gêneros.
ResponderExcluirROSANA AP. SOUZA SANTOS RA: 34492
Esse texto gera um impacto de reflexão sobre a minha pessoa, por eu ter vindo de uma família tradicional onde só havia dois tipos de gênero (homem ou mulher), e de forma alguma não se admitia que um “ocupasse o lugar do outro”, muito menos que se sugerisse não ter gênero nenhum, isso seria loucura. Mas eu não ter parei no tempo, e acompanhando frequentemente as mudanças que vem ocorrendo em toda sociedade no mundo inteiro, penso que o que vale é o caráter e as atitudes perante a sociedade. Devemos saber respeitar o próximo, e lidar melhor com as diferenças. Mesmo que essas diferenças não sejam vistas como normais.
ResponderExcluirROSANA AP. SOUZA SANTOS RA: 34492
Concordo com a Ligia quando diz que a educação voltada para a diversidade coloca a todos nós, educadores, o grande desafio de estar atentos às diferenças econômicas, sociais e raciais e de buscar o domínio de um saber crítico que permita interpretá-las. E como disse a Renatha, raça, religião, cultura, entre outros, devem ser apresentados e aprofundados de acordo com o conhecimento dos alunos, deve ser inserido temas e conteúdos relativo a outras matérias, e não como foco e exclusivo de mostrar o que é certo ou o que é errado.
ResponderExcluirROSANA AP SOUZA SANTOS RA: 34492
Esse texto gera um impacto de reflexão sobre a minha pessoa, por eu ter vindo de uma família tradicional onde só havia dois tipos de gênero (homem ou mulher), e de forma alguma não se admitia que um “ocupasse o lugar do outro”, muito menos que se sugerisse não ter gênero nenhum, isso seria loucura. Mas eu não ter parei no tempo, e acompanhando frequentemente as mudanças que vem ocorrendo em toda sociedade no mundo inteiro, penso que o que vale é o caráter e as atitudes perante a sociedade. Devemos saber respeitar o próximo, e lidar melhor com as diferenças. Mesmo que essas diferenças não sejam vistas como normais.
ResponderExcluirROSANA AP. SOUZA SANTOS RA: 34492
Rosana e dificil aceitar as novas normas da sociedade que nos diz para sermos liberais , mas onde fica nossas origens e valores ensinados por nossos pais ?
ExcluirMaria Rosivania Nunes
ra28523 - pedagogia
concordo com vc! difícil é fazer as pessoas a valorizar mais o caráter e menos a aparência! josefa dionia de souza tomaz magalhaes 18627
ExcluirA nossa identidade hoje é mais formada por nosso pertencimento do que por nosso ser em si.
ResponderExcluirProcuramos nos enquadrar a alguma nomeclatura sempre, precisamos disso para nos sentirmos inseridas no meio.
O pós-genero vem para acabar com essa tão dada importância.....
As reportagens são super interessantes, mostra a sexualidade de maneiras diferentes e que o mais importante que gênero e a atração sexual podem ser coisas distintas.
Zileneide Asevedo Santos RA 29320
Pedagogia 6º semestre
CONCORDO COM MINHA AMIGA REGIANE QDO DIZ QUE SOMOS INFLUENCIADA PELA SOCIEDADE NA DEFINIÇAO DE HOMEN E MULHER, MAS DESDE QUE O MUNDO E MUNDO,DEUS CRIOU O HOMEN A SUA IMAGEM E ISSO NÃO VAI MUDAR, INDEPENDENTE DA NOSSA SOCIEDADE..
ResponderExcluirROZAGELA Mª DELMONDES SILVA
PEDAGOGIA MANHÃ
29472
O TEXTO NOS FAZ REFLETIR SOBRE VARIAS POSTURA NOSSA PERANTE A SOCIEDADE,SOBRE CONCEITOS,GENEROS E SEXO.SEGUNDO O NOSSO PRFº GENERO, E O PAPEL CONSTRUIDO DE HOMEN E MULHER.
ResponderExcluirCONCEITO, E A REPRESENTAÇÃO.NOS VAMOS SENDO OBJETO DE AÇAO O TEMPO TODO, POIS O SER HUMANO CONTROI O OUTRO.NO TEXTO TEM UMS PAIS QUE NAO QUEREM INTERFERIR NA SEXUALIDADE DO FILHO MAS A SOCIEDADE E A ESCOLA SÃO OS PRINCIPAIS INFLUENCIADORES, ENTÃO ADIANTA NÃO HAVER INFLUEINCIA DE CASA?
ROZAGELA Mª DELMONDES SILVA
PEDAGOGIA MANHA
29472
Concordo com vc jessica ,essa modernidade esta indo alem ,e tem que ser tratado com muita cautela para que nao sejam alvo de bullying.
ResponderExcluirPaola ra 33843
Ao ler o texto fico muito confusa , pois existe muitas coisas fora do meu principio, nao que eu seja preconceituosa ,mas chegar a fazer cirurgia para trocar de sexo acho um pouco demais, e sei tambem que todo mundo tem sua opçao de vida ,e ate respeito. Paola ra 33843
ResponderExcluirSANTIAGO E QUEM GARANTE Q A SOCIEDADE E IMPERFEITA, ISSO E INFLUENCIA DA SOCIEDADE,KKK POREM TEMOS QUE REPENSAR O QUE É IMPERFEITO E PERFEITO. ROZAGELA Mª DELMONDES SILVA
ResponderExcluirPEDAGOGIA MANHA 29472
A sociedade tem uma imposição sobre genero e se não faz parte daquele contexto,a pessoa é discriminada, é o ser "Anormal", porem quem disse que precisar ter uma imposiçao de genero ?aprendemos isso desde pequeno, a soliciedade nos mostra isso, e se for diferente ou estar diferente do que a sociedade esta acostumada a aceitar, é o ser "anormal"....
ResponderExcluirPatrícia Almeida e Souza Figueired RA:33079 ED. Fisica 6°Noturno
o texto causa o impacto porque mexe oque aprendemos com nossos antepassados , entre a questão de valores e culturas ao qual devemos mesmo perante a tanta mudanças de comportamento humano resguardar ra , mas sem se fazer de cego quanto as mudanças, e com certeza iremos encontrar questionamentos em sala de aula , pois a diversidade e geral.
ResponderExcluirMaria Rosivania
ra28523/ manha- pedagogia
O "diferente" foi os que se dizem normal que inventaram pois a pessoa que tem uma opção sexual diferente é anormal? Pois tanto na escola quanto na rua ou ate mesmo em casa acontece o preconceito inteiramente agressivo. Muitas vezes o aluno chega na escola maltratado e desgostoso por culpa de um preconceito que vem de fora para dentro da escola.
ResponderExcluirDanubia Xavier RA 37885 Ed. Fisica
Realmente as coisas do mundo estão mudando muito rapido,e é difiçil a gente acompanhar estas mudanças,e com tudas essas mudanças o ser humano esta mudando tambem, assumindo a sua sexualidade naturalmente coisa que alguns anos atras não seria possivel por varias questões,acredito que hoje esta mais façil a pessoa sair da gaiola e encarar a sociedade naturalmente.
ResponderExcluirSimone dos santos chiqueto ra26262
Eu concordo com voce Claudenice quando dis que cada um faz sua opção sexual e que todos devem respeitar a sua opção não importa qual for.
ResponderExcluirSimone dos santos chiqueto ra26262
Ao ler o texto gaiola dos gêneros me senti estranha, pois temos dificuldade em aceitar o outro e as questões de sexualidade,devido a cultura que nós foi imposta pela sociedade.Como educadores devemos trabalhar com estas diferenças e a sexualidaede de forma ampla de conscientização, juntamente com a familia, e saber respeitar as escolhas e opção de cada individuo.
ResponderExcluirRosana Marits RA: 31775 - Matutino
De fato, não existe uma explicação exata e natural dos comportamentos de homens e de mulheres, apesar das inúmeras regras sociais colocadas num suposto desejo social diferenciado dos sexos usados em alguns exemplos como ”mulher não pode levantar peso” ou ”homem não tem jeito para cuidar de criança”.
ResponderExcluirDouglas Santos RA: 24138
Ao ler o texto pude perceber o quanto nós somos egoístas, sempre pensamos em nós mesmos e deixamos de lado o ponto de vista do outro....a sociedade tem que mudar a forma de ver o mundo, começar a enchergar que o futuro está proximo e que as gerações futuras serão bem diferentes.
ResponderExcluirA família já está mudando alguns conceitos, todos devemos aprender coma a diferença do outro.
Cristina Aparecida Silva Barros RA 28482 pedagogia 6º semestre.
concordo com a cristina no ponto onde se diz ser egoista e facil criticar mas nos nunca queremos receber as criticas então cabe não sermos hipocritas....e aceitar as diferenças .
ExcluirMaria Rosivania nunes
ra28523- pedagogia
Concordo que a familia está mudando o forma de pensar, isso porque a sociedade está mudando, essas mudanças pode ser que um dia nós "seres humanos" aprendamos a respeitar a opinião e opção sexual do outro.
ExcluirHelder Carneiro 29487
Cristina para que as diferenças sejam vistas com naturalidade pela sociedade, a educação tem que ser voltada para a diversidade, estar atento para as diferenças, sociais, econômicas, e raciais, este é o grande desafio dos educadores, trabalhar com seus alunos o direito de ser cidadão não importa se é homem ou mulher é dever do cidadão aceitar o outro como ele é ou quer ser.
ExcluirCélia S. Santos RA 38939 Ped. manhã
Quando penso em gênero, me vem a cabeça os significados que recebemos da sociedade,pela cultura e sexo, a relação de gênero serve para conscientizar as pessoas que todo tipo de preconceito é crime, liberdade de expressão para todos.
ResponderExcluirNão posso esquecer de ser clara aos meus alunos, que devemos aceitar as pessoas como elas são, isso precisa ser entendido pela sociedade democrática que (somos). Nós temos vontades,gostos, valores, costumes,nossa cultura é diferente, e temos que dividir o mesmo espaço,por tudo isso devemos respeitar as pessoas como elas são,deixar as marcas que recebemos da sociedade e ser pessoas civilizadas.
Célia Silva dos Santos R A 38939 Ped.manhã
Esse texto gera um impacto de reflexão sobre a minha pessoa, por eu ter vindo de uma família tradicional onde só havia dois tipos de gênero (homem ou mulher), e de forma alguma não se admitia que um “ocupasse o lugar do outro”, muito menos que se sugerisse não ter gênero nenhum, isso seria loucura. Mas eu não ter parei no tempo, e acompanhando frequentemente as mudanças que vem ocorrendo em toda sociedade no mundo inteiro, penso que o que vale é o caráter e as atitudes perante a sociedade. Devemos saber respeitar o próximo, e lidar melhor com as diferenças. Mesmo que essas diferenças não sejam vistas como normais.
ResponderExcluirROSANA AP. SOUZA SANTOS RA: 34492
Não se devem fazer diferenças entre gêneros. Devemos ensinar que existem várias formas de masculino e feminino, e fazer o possível para não estabelecer diferenças entre gêneros.
ResponderExcluirROSANA AP. SOUZA SANTOS RA: 34492
Concordo com a Ligia quando diz que a educação voltada para a diversidade coloca a todos nós, educadores, o grande desafio de estar atentos às diferenças econômicas, sociais e raciais e de buscar o domínio de um saber crítico que permita interpretá-las. E como disse a Renatha, raça, religião, cultura, entre outros, devem ser apresentados e aprofundados de acordo com o conhecimento dos alunos, deve ser inserido temas e conteúdos relativo a outras matérias, e não como foco e exclusivo de mostrar o que é certo ou o que é errado.
ResponderExcluirROSANA AP SOUZA SANTOS RA: 34492
Acima de tudo o respeito na sociedade deve ser em primeiro lugar ,A sexualidade em nosso País vem crecendo em ambas partes misturadas!
ResponderExcluirAs vezes as pessoas não se assume por medo de sofrer preconceitos em questão da sexualidade.
Vimos que na escola é muito raro esse assunto sobre suas descobertas e generos sobre a sexualidade !
devemos passar para nossos alunos a importancia de respeitar cada escolha de vida das pessoas.
Janine Bianca silva Vianna RA 38008
curso : pedagogia Manhã
O OBJETIVO DO EDUCADOR E ENSINAR AS CRIANÇAS, ADOLECENTES, E ENSERIR NA ESCOLA, UMA NOVA VISÃO DA SOCIEDADE COM RELAÇÃO Á GLOBALIZAÇÃO. TAMBÉM ENSINAR NOSSOS ALUNOS, A ENTENDER QUE NA SOCIEDADE QUE VIVEMOS HOJE DEVEMOS RESPEITAR AS DIFERENÇAS ENTRE QUESTÕES SEXUAIS, ETNIAS E MOSTRA QUE CADA PESSOA TEM SEU PAPEL DENTRO DA SOCIEDADE, INDEPENDENTE DE SUAS ESCOLHAS E IDENTIDADE.
ResponderExcluirMARCIO LEANDRO MAGELE SANTOS.RA:29629.ED.FÍSICA
Tudo isso é muito confuso para mim,na verdade nunca me preocupei com essa questão de gênero ou sexualidade, mas agora convivo com essa realidade e muitas vezes me pego a pensar nesse discurso produzido pela sociedade de que existe uma coisa diferente em nosso meio algo que nos causa impacto,pois estamos acostumado com aquilo que aprendemos ser certo, ou que nos falaram ser certo.
ResponderExcluirMarilene Araujo Ribeiro 6º semestre PED. Manhã RA:36884.
Mas apesar de todo esse discurso, dessas lutas culturais,temos um papel importante na formação do sujeito, como docente cabe mais uma vez dizer, que é por meio da conscientização que podemos mudar esse olhar quebrando as regras imposta por uma sociedade que classifica que diz o que é certo que as coisas valem mais que pessoas. Concordo com a Erica quando ela diz que é por meio da conscientização.
ResponderExcluirMarilene Araujo Ribeiro RA36884 PED: manhã 6º semestre.
As pesssoas tem o direito de serem o que querem eles não são melhores e nem piores que nós só por optar ter um relacionamento com pessoas do próprio sexo. A lei está ai tem que ser cumprida, o nosso mundo muda a cada dia estamos numa rede de culturas e cabe a nós respeita-la, porém na sala de aula ñ é bem assim q funciona ainda temos q ensinar q o modelo de casal e família é entre um homem e uma mulher.
ResponderExcluirDaniela RA40441 pedagogia
Concordo com voce Daniela temos que respeitar uns aos outros se queremos uma educação melhor pois o modelo das familias mudou muito e vejo isso na sala ainda ensinamos o modelo tradicional de familia como se as outras familias não fosse tão importante assim nos como educadores temos que mudar isso e mostrar aos alunos o quanto o modelo familiar mudou
ExcluirRAQUEL DE SOUZA RODRIGUES 6 SEMESTRE DE PEDAGOGIA-MANHA RA:36566
Essa questões de gêneros, corpos, etc, se não forem trabalhados com cautelas no ambito escolar creio que causariam um impacto muito grande durante minha docência, umas vez que "estipulado" o "para quem" (homem p/ mulher, futebol p/homem, volei p/mulher...) hoje estamos enfrentando essas barreiras estipuladas em que todos participam de uma forma ou de outra, o respeito e a compreensão devera ser mantido diante de tais mudanças.
ResponderExcluirAnderson Ferreira Silva R.A.:29543
Concordo com o Anderson, tendo já respeito e compreenssão, já é um começo por que para isso ser realmente aceito levara anos infelizemnte.
ExcluirVivian Ferreira da Silva RA 28633
O mundo está em uma situação gue é dificio de entender ou explicar por gue de tantas mudanças nas pessoas quanto ao sexo,racismo e preconceito na sociedade.A vida é passageira e cada um tem o direito de ter sua propria escolha!sem preconceito. Ademimilson f Santos RA:24491 Ed fisica noturno
ResponderExcluirSua resposta é bem sucinta e não demonstra lascividade ao quadro e tem um gênero autruísta e capaz na diversidade do fenômeno ainda não sobrepor o tradicional contexto sócio-educativo escolar.
ExcluirEduardo Henrique, 12033, EF, 6º sem.
A GAIOLA DOS GÊNEROS NOS FAZ REFLETIR SOBRE O DIFERENTE NA SALA DE AULA, RESPEITAR AS DIFERENÇAS, A SEXUALIDADE DE CADA UM COMO SINGULAR E ÚNICO, AO COMPARTILHAR ISSO NA SALA DE AULA EU ME TORNO MELHOR COMO PESSOA E CONTRIBUO DE FORMA POSITIVA PARA CONSCIENTIZAÇÃO DE MEUS ALUNOS PARA RESPEITAREM TODAS AS PESSOAS MESMO SENDO DE VÁRIOS GÊNEROS.
ResponderExcluirSANDARA CARDOS DOS SANTOS RA= 29736
PEDAGOGIA 6 SEMESTRE MANHÃ
Para mim foi uma novidade saber que as pessoas não gostam de ter
ResponderExcluirum gênero definido ... me acrescentou muito na questão de a cada
dia mais tentar compreender as crianças e os adolescentes, e pesquisar
mais sobre esse assunto para saber o que fazer em alguma ocasião
que possa acontecer em minha aula e eu saber interferir da melhor maneira. Fiquei surpreendida na questão das pessoas fazerem cirurgia
e mesmo assim não ter um sexo (posso dizer psicológico) definido
por ele mesmo.
Acho que é um assunto bem amplo para se estudar.
JACQUELINE SANTOS R.A. 28474
EDUCAÇÃO FÍSICA
Nesta realidade onde vivemos hj naum é tão diferente de anos atras, a unica questão onde se diferencia é que a sociedade de hj é um pouco mais franca no que se refere a sua cultura particular e sua identidade, naum reprimem ou escondem o que são e do jeito que são, mesmo que sofram com preconceito ou atitudes racistas, porem a visão da sociedade hj é mto mais critica, preferem apedrejar o diferente a compreende-lo, então o professor deve se utilizar-se de discursos onde o diferente naum seja criticado mto menos ridicularizado, mas sim respeitado dentro da sua cultura e contexto de identidade, para que de alguma forma sejam todos respeitados perante a sociedade.
ResponderExcluirDANILO F. L. DA SILVA RA:28917
concordo com a observação de Danilo. Nossa sociedade está mais franca, mas mesmo assim ainda existe e sempre irá existir o preconceito e a discriminação(embora a justiça esteja pronta para agir contra tais situações).
ExcluirValdir Francisco do Nascimento RA 28452 Ed. Física Noite
Não concordo Danilo. O termo franqueza, no meu ponto vista, não dá conta de discutir questões como estas apresentadas no texto. O fato importante para a nossa reflexão pessoal e de educadora e educador, ocorre através dos questionamentos a partir destas pessoas que apresentam comportamento e condução do corpo e em suas falas se recusam ao enquadramento das denominações que a sociedade determina.
ExcluirErika Teixeira - RA 32010
PORTANTO SE DEPARAMOS SEMPRE COM ESSA SITUÇAO DE IDENTIDADE,ONDE AINDA MUITAS PESSOAS NAO SE ASSUME E QUANDO RESOLVE É TACHADA COM O PRECONCEITO,NAS ESCOLAS OUVIMOS FALAR MUITO CONTRA O PRECONCEITO MAS AINDA É MUITO DIFICIL O COMBATE EU PARTICULAMENTE NAO TENHO NADA CONTRA AS ESCOLHAS SEXUAIS É SO RESPEITAR.
ResponderExcluirFRANCISCO ERNANDO AGOSTINHO MARIANO.RA 28798,ED.FISICA 6 NOTURNO.
Bom qnto a minha pessoa, o maior impacto é qnd me deparo com um individuo Bi,trans, lésbica ou qlqr q seja sua denominação,confesso q ja cheguei a ficar constrangida com algumas situações desse tipo.Mas dependendo do momento e local n me surpreende, pois hj em dia é tão normal optar por escolhas.Qnt ao impacto no exercício da minha profissaõ, devo ir além do profissional ser humana, pois cada um segue na vida um caminho, a vida é feita de escolhas, e precisamos aprender a respeitar a opção de cada um.
ResponderExcluirAdriana Ap Semião R.A 29.641 6°sem. Ped. manhã
Concordo com vcs Jessica e Vinicius, devemos nos reeducar e mudar a forma de pensar e tbm de agir, sair dessa gaiola onde se limita os pensamentos, as tendencias e as opções sexuais e abrir a cabeça para novas maneiras de agir qnd nos deparamos com o diferente.
ResponderExcluirAfinal será q o diferente é tao diferente assim?
Adriana Ap. Semiao R.A 29.641 6°sem. Ped. manhã
Este fenômeno é um assunto para ser tratado com muita cautela pois a sociedade ainda não esta preparada para admitir tal situação tendo em vista a ignorância que impera ainda em certas pessoas.
ResponderExcluirAdilson Santos de Andrade RA 29099 ED.FISICA NOTURNO
Concordo com vc Adilson,a intolerância à diversidade ainda impera em nosso país,é preciso a colaboração da sociedade como um todo para lidar com essa situação chamada de "preconceito".
ExcluirRaquel Henrique da Silva RA:34861/6ºPEDAGOGIA/MATUTINO
Concordo com Você Adilson, é um assunto muito dificil e complicado de se tratar, é necessario flexibilidade e atenção devido a falta de conhecimento de muitos.
ExcluirDERLI DRUMOND RA 39609
ED FISICA NOTURNO.
Hj em dia ainda existe muito preconceito com os homosexuais, temos que trabalhar isso com nossos alunos, tirar da cabeça deles que não existe o certo e o errado, que o certo não é o casamento somente entre homens e mulheres e sim, todos os relacionamentos são dignos e certos. assim, podemos começar a pensar que viveremos num país mais tranquilo e sem preconceitos.
ResponderExcluirAdriana Corrêa Teixeira
RA:42138
Bom adriana, acho muito dificil colocar isso em pauta, mas tentar não custa...
ExcluirHelder Carneiro
29487
Discordo de Voce Adriana, quando voce menciona na sua colocação em relação ao casamento, "todos os relaionamentos são dignos e certos" casamento é algo constituido por DEUS. não considere minha resposta como critica, porem reflita em relação a esta questão.
ExcluirDERLI DRUMOND RA39609
ED.FISICA NOTURNO
Concordo com a Adriana em partes, sim temos que trabalhar o preconceito com os alunos, porém esse preconceito vem em grande parte de dentro de casa, então creio que temos que conhecer os pais desses alunos e trabalhar primeiro com eles, pois se os alunos tiverem essa base dentro de casa fica mais fácil a aceitação.
ResponderExcluirAline Rodrigues Ed. Física RA 20093
O texto é muito bom e creio que vai me ajudar muito, pois deu uma base de como agir em diversas situações perante os alunos e tbm perante a sociedade.
ResponderExcluirAline Rodrigues Ed.Física Ra 20093
o preconceito em nós já vem desde que nascemos , desde pequeno aprendemos o preconceito seja racial ou quem é pobre e rico , dos homossexuais etc ... por isso que agora neste mundo globalizado nós professores temos o dever de tentar passar para os alunos que não tem certo ou errado que todos somos iguais mas com opiniões e jeitos diferentes de sermos , eu sei que a tarefa é difíil mas se não tentarmos nós professores o mundo continuará do jeito que está...
ResponderExcluirMarcio Roberto Ponciano
RA:39172
O mundo está em uma fase em que é aberto a opção das pessoas serem homosexuais mais ainda à preconceito na sociedade.A vida é passageira e cada um tem o direito de se relacionar com quem quizer. Nós como educadores temos que passar para os alunos essa ideia que todos somos iguais apesar da opção sexual, que isso não define um ser nem em melhor nem em pior, cabe eles somente respeitar a opção de cada um.
ResponderExcluirVivian Ferreira da Silva RA 28633
Que questã complicada, nossa sociedade nos ensinou tudo isso que o texto diz em relação a não "respeitar o outro" como vi em muitos comentários, como a sociedade sendo culpada dessa nossa forma de pensar e agir,quem sabe um dia a sociedade muda novamente como vem mudando gradativamente essa história de desrespeito para com a opção sexual das pessoas não exista mais ou ao menos minimize isso.
ResponderExcluirHelder Carneiro 29487
Temos que começar a ver a coisas de uma maneira ampla para podermos lhe dar com todas as adversidades o mundo é feito de diferenças e ninguem é igual a ninguem eu concordo com meu amigo adilson.
ResponderExcluirJoão Miranda da silva junior ed fisica ra 28901
A sociedade so enxerga o que elas querem enxergar todo mundo fala em igualdade e conviver com as diferenças mais todos nos sabemos que isso é totalmente mascarado e que na realidade nada funciona da forma que gente pensa que funciona realidade é bem diferente.
ResponderExcluirJoão miranda da silva Junior ed fisica ra 28901
Nossa sociedade assim como no passado ainda continua preconceituosa com tudo e com todos seja por causa da classe social ou por causa da nossa etinia ou por achar que uma pessoa não se encaixa em um padrao de beleza que a propria sociedade denomina se normal precisamos abrir de forma clara e ampla a cabeça de nossos alunos e ensinar que nessa vida todos tem o direto de viver como bem devem que todos nos temos o direito de ir e vir e viver em igualdade uns com os outros eu concordo plenamente com a nossa colega adriana.
ResponderExcluirBruna Simoes Flor RA 28902 ED FISICA
Ensinar ao nossos alunos que todos provem de uma certa cultura e ensinar a eles que todos nós temos o direito de pensarmos e de viveremos em harmonia sabendo assim respeitar o proximo e aceitando suas diferenças seus gostos e suas vontades.
ResponderExcluirBruna Simoes Flor Ed fisica 28902
É muito complicado falar sobre este assunto, não sei se alguém me entenderá mas tentarei expor meu pensamento. "Eu" acredito em Deus e na bíblia, sendo assim Deus deixou apenas o homem e a mulher e também o livre arbítrio. Isto é o que "eu" acredito. As pessoas acreditam no que querem ou em alguns casos acreditam no que outros as fazem acreditar. "Eu" não tentarei rotular de certa ou errada a identidade de quem quer que seja, muito menos deixarei que alguém o faça em minhas aulas, caso contrário cairia em contradição com o que citei acima, ou seja, o livre arbitrio. As pessoas são muito diferentes e eu agradeço por isso, entendo melhor isso hoje e tento pensar antes de agir por impulso como agiria antes em determinadas situações. Não sei se fui claro, mas não disse em momento algum que estou certo, mas disse apenas em que acredito.
ResponderExcluirAnderson Jovino da Silva - RA: 22927 - Educação Física -
6° semestre - Noturno
concordo com a Janine apesar da sociedade não aceitaras diferenças as pessoas tem o direito de escolher sua própria identidade mais tem medo assumir o que realmente é e sinta bem ser.
ResponderExcluirClaudia R. RA 27608
A gaiola dos gêneros nos faz refletir sobre a diferença de cada aluno na sala de aula em relação a sua sexualidade, nos como futuros educadores temos o dever de mostrar aos nossos alunos que não existe diferenças, não importa a nossa opção sexual, somos seres humanos independente das nossas escolhas.
ResponderExcluirPamela Cezario de Souza Ed. Física RA: 35059
Concordo com a Rosana, o que vale é o caráter da pessoa e suas atitudes perante a sociedade em que vivemos, e não a sua opção sexual, a vida é feita de escolhas mesmo que a sociedade não veja como normais.
ResponderExcluirPamela Cezario de Souza Ed. Física RA: 35059
Quem sou eu para julgar alguém?
ResponderExcluirEstamos vivendo em constante mudança e acho que a sexualidade também está mudando diante das sircustâncias que vivemos hoje.
Acho que como professora, meu papel é o de ensinar, transmitir conhecimento e també aprender com meus alunos. Nós devemos ajudar nossos alunos na medida do possível, e não os julgar por qualquer que seja o seu gênero, raça ou condição social.
Pâmella C. Santos
RA 28794 Ed. fisica 6º sem
Abordar qualquer assunto que reflita sobre os exclusos da sociedade por questões étnicas, gêneros e classes será sempre complicado, pois, temos uma formação de identidade cultural católica, machista e europeia.
ResponderExcluirPrimeiramente devemos desmistificar a concepção de que Gênero esta ligado há Opção/Orientação sexual, pois são coisas completamente diferentes como o texto nos informa e como já presenciei.
Como professor identificar e respeitar estas identidades sem modifica-las, será um grande passo para ensinar estes alunos alguns padrões de comportamentos, nem sempre são os corretos, pois, todo discurso vem para regular o sujeito. E o ser ou se achar diferente é comum, pois na sociedade as identidades são feitas de pontos de vista diferentes.
Ensinar que as diferenças existem e não são o que se pregam é formar sujeitos que compreendam o mundo sendo uma selva, onde cada bicho tem seu espaço.
Raul Moraes dos Santos RA:29773
6° Semestre Educação Física Noturno
Sobre a sociedade em si, esta nunca estará preparada para aceitar o outro, pois, são tantos os discursos de sobrevivência por capital que é difícil identificar o altruísmo. Este sempre serve de faixada para o Social que luta para acabar com as diferenças, mas na realidade são os que mais se aproveitam e lutam para que estas "diferenças" não desapareçam, pois estas são as fontes de lucro.
ResponderExcluirRaul Moraes dos Santos RA:29773
Educação Física 6° Semestre Noturno
Atualmente, a visão de preconceito ainda se estabelece: qualquer posicionamento contrário à atitude, escolha e pensamento, sejam quais os temas propostos, caem num pressuposto, onde se caracteriza como visão preconceituosa. A definição de sexo é, ao meu ver, uma das certezas de opção de gênero. Uma pessoa adulta que queira se caracterizar como uma crossdresser (por fetiches), ainda é relevante; mas em querer se posicionar como uma "sem gênero"ou"genderless" fica a desejar...
ResponderExcluirA escola é um dos ambientes em que muito se trabalha o coletivo; as opções por determinadas atividades, independentemente do sexo. Por muitas vezes é na própria escola que percebe as diferenças e diversidades de opção de escolhas dos próprios alunos. O professor, enquanto mediador, deve buscar e introduzir em suas aulas, uma visão ampla, construtiva e interventiva, de forma a evitar possíveis situações de preconceito, constrangimento e outros.
Valdir Francisco do Nascimento RA 28452 Ed. Física Noite
A gaiola de gêneros fala sobre a diferença tanto na sala de aula quanto na sociedade, e sabemos que o respeito e a diferença a sexualidade são poucos que respitam então cabe cada um fazer sua parte.
ResponderExcluirDayane Silva RA:29283
Sim Adriane, ainda hoje ainda existe muito preconceito com homesexuais, temos sim que trabalhar com a diferença cultural e o respeito, pois temos que mostra que cada um tem sua personalidade e que não sabemos se é certo ou errado, podemos mostrar que eles tambem é feliz e realizados.
ResponderExcluirDayane Silva RA: 29283
Apos ler o texto me perguntei como algumas culturas não so no Brasil mas em outros paises também influenciam direto ou indiretamente na formação do individuo porem se ficarmos com os braços cruzados não abrindo oportunidades para esse individuo as situações não vão mudar precisamos como educadores ver as diferenças e valoriza-las para que esse individuo seja cada dia melhor sem ter vergonha de si mesmo.
ResponderExcluirRAQUEL DE SOUZA RODRIGUES 6 SEMESTRE-MANHA RA: 36566
concordo com Adilson este assunto temos que trabalhar com muita cautela pois a sociedade não estar preparada para admitir tal situações, pois sempre ira surgi preconceito por mais que nos professores trabalhe o respeito e a diferença mais sempre ira ter um ignorante.
ResponderExcluirDayane Silva RA:29283
Esse assunto temos que tratar com muito dominio e paciencia.Devemos nos preparar buscar informaçoes para situaçoes do dia a dia,entender e saber que a sociedade nao esta preparada para enfrentar tal situaçoes que os façam agir de uma maneira formal ou informal dentro do seu ambiente cultural.
ResponderExcluirNome:Danilo Lima Francisco RA:39395 EDUCAÇAO Fisica
A homossexualidade ainda é um tabu,por isso essa abordagem em sala de aula deve ser feita de forma delicada.Nos educadores temos que combater a homofobia nas escolas,,tomando atitudes claras e objetivas a fim de minimizar essas ações, fazendo com que todos respeitem e tolerem as diferenças.
ResponderExcluirRaquel Henrique da Silva RA:34861/6ºPEDAGOGIA/MATUTINO
A sociedade ainda esta "imatura" com alguns assuntos, principalmente quando se trata de homossexuais. Um exemplo, é a polêmica que vira, quando um autor de novela aborda esse assunto, proibem ate beijo entre homoxessuais, mais assassinato, sexo, violencia, tudo isso pode né?
ResponderExcluirInfelizmente ainda julgamos as pessoas pelo o que ela é por fora e não como é por dentro.
Na escola con certeza vamos no s deparar com algumas situações desse tipo, cabe a nós, sabermos ensinar ou passar a adiante, que isso não muda a pessoa que é.
Assim como qualquer tipo de preconceito.
JULIANA ANGELO 34431 ED.FISICA_6º SEMESTRE/N
Conforme a sociedade pós moderna vai desenvolvendo cada vez mais determinadas coisas que um dia fosse motivo intoleravel, esta sendo banalizado devido a globalização, possibilidade diversas de informações, formando uma nova indentidade ou opinião de genero e gostos diversos. na minha opinião cada um tem seu direito de escolha contanto que tenha respeito em primeiro lugar.
ResponderExcluirDiogo das chagas Oliveira Ra: 28395
NO texto gera um impacto de reflexão sobre a minha pessoa, por eu ter vindo de uma família tradicional onde só havia dois tipos de gênero (homem ou mulher), e de forma alguma não se admitia que um “ocupasse o lugar do outro”, muito menos que se sugerisse não ter gênero nenhum, isso seria loucura.
ResponderExcluirEDSON ROBSON DO NASCIMENTO RA 37128
EDUCAÇAO FISICA NOTURNO
Não posso esquecer de ser clara aos meus alunos, que devemos aceitar as pessoas como elas são, isso precisa ser entendido pela sociedade democrática que (somos). Nós temos vontades,gostos, valores, costumes,nossa cultura é diferente, e temos que dividir o mesmo espaço,por tudo isso devemos respeitar as pessoas como elas são,deixar as marcas que recebemos da sociedade e ser pessoas civilizadas.meus alunos para respeitarem todas as pessoas mesmo sendo de varios generos .
ResponderExcluirEDSON ROBSON DO NASCIMENTO
RA 37128
EDUCAÇAO FISICA NOTURNO
concordo com a Adriana Ap. Semiao devemos ir além do profissional ser humana, pois cada um segue na vida um caminho, a vida é feita de escolhas, e precisamos aprender a respeitar a opção de cada um para que vivemos em uma sociedade sem preconceitos.
ResponderExcluirDiogo das Chagas Oliveira Ra 28 395
Cada um tem uma realidade diferente do outro, oque é certo para um pode ser errado para outro, e isso torna a educação um desafio gigantesco. Como debater um assunto, sem ferir as "experiencias" do outro e manter o ensino homogeneo? Hoje vivemos um mix de culturas que poem a prova a todo instante o metodo educacional.
ResponderExcluirMarinete Salomao RA 38870
Concordo com a Ligia quando diz que a educação voltada para a diversidade coloca a todos nós, educadores, o grande desafio de estar atentos às diferenças econômicas, sociais e raciais e de buscar o domínio de um saber crítico que permita interpretá-las. E como disse a Renatha, raça, religião, cultura, entre outros, devem ser apresentados e aprofundados de acordo com o conhecimento dos alunos, deve ser inserido temas e conteúdos relativo a outras matérias, e não como foco e exclusivo de mostrar o que é certo ou o que é errado.
ResponderExcluirEDSON ROBSON DO NASCIMENTO
RA 37128
EDUCAÇAO FISICA
As vezes as pessoas não se assume por medo de sofrer preconceitos em questão da sexualidade.
ResponderExcluirVimos que na escola é muito raro esse assunto sobre suas descobertas e generos sobre a sexualidade !
devemos passar para nossos alunos a importancia de respeitar cada escolha de vida das pessoas.
JEAN CHARLES RUBEM DOS SANTOS
RA 26479
EDUCAÇAO FISICA
CONCORDO COM MINHA AMIGA REGIANE QDO DIZ QUE SOMOS INFLUENCIADA PELA SOCIEDADE NA DEFINIÇAO DE HOMEN E MULHER, MAS DESDE QUE O MUNDO E MUNDO,DEUS CRIOU O HOMEN A SUA IMAGEM E ISSO NÃO VAI MUDAR, INDEPENDENTE DA NOSSA SOCIEDADE..
ResponderExcluirJEAN CHARLES RUBEM DOS SANTOS
RA 26479
EDUCAÇAO FISICA
MAS SIM MOSTRA PARA NOSSAS CRIANÇAS E SOCIDADE QUE NÃO PODEMOS CLASSIFICAR MAIS NOS DIAS DE HOJE,QUEM E DO SEXO MASCULINO, E QUEM É DO FEMININO, NEGRO, ÍNDIO OU OUTRA CLASSIFICÃO FEITA NA SOCIEDADE, E DEVEMOS MOSTRA QUE ESTAMOS VIVENDO EM UMA NOVA FORMAÇÃO DE SOCIEDADE E QUE VEM COM NOVAS IDENTIDADES.
ResponderExcluirJEAN CHARLES RUBEM DOS SANTOS
RA 26479
EDUCAÇAO FISICA
Eu acredito que preciso respeitar a decisão do outro, mas não preciso dota-la como verdade. Cada um deve fazer oque sente vontade, oque lhe faz bem, sem inflingir a liberdade do seu próximo. No meu conceito, nao existe o certo ou o errado, existe oque me faz bem e que não faz mal a ninguém. Se faz bem a alguns (ou algumas) repensar a sexualidade, que sejam felizes.
ResponderExcluirMarinete Salomao RA 38870
Sabemos que esse assunto e muito difícil de se comentar por ser muito impactante, sexualidade pos-moderna como foi falado no artigo, esta muito natural, e bem fácil de trabalhado dentro das unidades de ensino, cabe a nos educadores o dever de prestar mais atenção em atitudes dos alunos e ajuda-los de alguma forma .
ResponderExcluirJoão Damião dos Anjos Diniz RA:29546
Em cada período histórico e em cada cultura, algumas expressões do masculino e do feminino são dominantes e servem como referencia ou modelo, mas isto não significa que devem ser tomado como paradigmas, podemos pensar que há tantas maneiras de ser homem ou mulher quantas são as pessoas. Cada um, apesar dos estereótipos de gênero tem o seu jeito próprio de viver e expressar sua sexualidade, isso precisa ser entendido e respeitado pelos jovens. A discussão sobre as relações de gênero pode contribuir para que as pessoas se tornem mais conscientes das discriminações que sofrem e possam buscar caminhos novos e próprios neste sentido.
ResponderExcluirYara Sayão e Silvio Quarte Bok
Dezembro/2002
Célia S. Santos R A 38939 Ped.6º manhã
Os possíveis impactos, quanto ao fenômeno em questão, me colocam em reflexão, depois a analise da dinâmica sócio-cultural nos tempos atuais e tomada de conhecimento do contexto sócio-cultural na nossa sociedade. Acredito que a partir desta prática pessoal, mínima, promoverá a discussão entre o coletivo de educadores e a inclusão, através de pesquisas mais aprofundas, no currículo escolar.
ResponderExcluirErika Teixeira - RA 32010
há perseguição e uma coisa triste e terrivel que sempre existiu apenas uma forma diferente de homem ultilizar o outro para como mãe de obra escrava mostra que o outro e diferente ou inferior apenas desculpa pra escravizar o outro independente de cor raça, sexo , ou religião quando falo isso digo no sentido de que existe varios paises que na verdade a liberdade de expressão ainda não existe e muito menos a democracia. Fabricio viana RA 28524 Ed.fisica
ResponderExcluirPra mim tudo isso que acontece no mundo e falta só de uma coisa o que JESUS deixo e ensino amar o proximo como a ti mesmo se isso ultima chegar a atingir pelo menos 70% da população ta bom Fabricio viana Ra 28524
ResponderExcluirTbm duas coisas precisa ser esclaricida respeita e a aceita são dois coisa totalmente diferente respeita opção e direito de todos esta na constituição aceita ai cabe acada um se admiti se manter em contato ou se envolver ou não a palavra discriminação hoje esta sendo muitas vezes ultilizada Exacerbada ,acho que precisa se ter uma visão real do que e descriminar. tem igreja que ja estão sendo proibida a pregação em relação a esse assunto então pergunto onde fica a liberdade da igreja de expressa o que esta relatado na biblia e assunto muito complicado mais que precisa ser esclarecido no modo geral. Fabricio viana ra 28524
ResponderExcluirOs impactos na docência segundo a identidade dos alunos e alunas, é o de gerar um contexto obrigatório de diálogo para o planejamento curricular.
ResponderExcluirTambém há um modo especializado de reeducação social regulamentados na ldb e no pcn a favor dos mais desenvolvidos socialmente e por classe serem o fator decisivo das escolhas dos ppp's em cada escola.
Portanto estar devidamente qualificado para atender a classe dominante mesmo no ensino público será o que corresponderá por critério salutar dos processos educacionais que nos serão requeridos, e prontamente envolvidos pela cultura corporal centralizada e periférica a partir dos diálogos e das práticas das aulas de Educação Física Escolar, Deus me Abençoe.
Eduardo Henrique, 12033, EF, 6º sem.
Reconhecer as diferenças é absolutamente fundamental quando queremos garantir o direito de todos. A realidade dos alunos e das comunidades apresenta grandes diferenças sociais e acessos culturais. Sejam quais forem às experiências e vivências que nos constituem como professores, todos devemos realizar um trabalho docente que possibilite basear-se em decisões sobre o que, quando e como ensinar.
ResponderExcluirAlberone Medeiros Educação Física R.A.: 32041
esse tema é muito polemico, alunos sofrem bullyng e preconceitos por conta da sua sexualidade e mesmo assim é um tema pouco discutido na escola. a homossexualidade sempre existiu, mas não tão explicito como nos dias de hoje. hoje em tempos modernos eles já sofrem preconceitos imagine em alguns anos atras!!! a sociedade julga muito as pessoas pela aparência! na escola o professor deve discutir esse tema levando o aluno a refletir no respeito ao próximo que é o mais importante, pois independente do sexo somos todos seres humanos e merecemos respeito! josefa dionizia de souza tomaz magalhaes 18627
ResponderExcluirOs professores que têm formações, valores e práticas muito diferenciadas. Deve-se lembrar de sempre que aprender é, principalmente, um ato social, no sentido que aprendemos de e com os outros envolvidos na busca e conhecimentos e significados comuns.
ResponderExcluirConforme Paulo Freire dizia...:
É assim que venho tentando ser professor, assumindo minhas convicções, disponível ao saber, instigado por seus desafios que não lhe permitem burocratizar-se, assumindo minhas limitações, acompanhadas sempre do esforço por superá-las, limitações que não procuro esconder em nome mesmo do respeito que me tenho e aos educandos. (Freire, 1996, p.71-72).
Alberone Medeiros Educação Física R.A.: 32041
Cada dia que passa vem aparecendo vários tipos de gêneros, e na escola não vai ser diferente vamos nos depara com vários gêneros que para nós professores nos dias de hoje pode não ser novidade mas para os alunos que não sabe o significado e o motivo que levou aquele individuo a optar por aquele gênero não seria fácil atuar diante desta situação por que mesmo que o professor explique o significado deste gênero infelizmente vai rola preconceito o que temos que fazer e continuar conscientizando estas crianças.
ResponderExcluirAILTON AP DA SILVA SOUZA R.A 29177 ED FISICA 6º NOTURNO
Confesso que fiquei chocada sim, inicialmente quando começei a ler, pensei que o importante era eu saber defenir qual o meu gênero, no decorrer da leitura fui mudando minha linda de racicínio, devido os diversos conflitos que essa questão de gêneros pode causar na mente de uma criança. Percebi que as pessoas não têm coragem de assumir um determinado genero não apenas pelas questões sociais ou preconceito, mas simplesmente por não saberem qual seu gênero e eu como educadora, imagino que é muito difícil lidar com uma situação assim, muito mais do que com um ser homosexual ou hetero ou bi, enfim, o que você pode dizer para uma criança? pensei, pensei e acho que vou ter que estudar um pouco mais a respeito, afinal, sem conhecimento não tem como ajudar, preciso saber mais, pelo que li no texto, não é tão simples assim, atualmente, eu apenas respeitaria a decisão da pessoa.
ResponderExcluirDOROTÉIA TAVARES PEDROSA
RA:32786
Na minha opnião, comentar em relação ao tema mencionado acima, se torna muito dificil, devido o mesmo ser polemico. Para falar deste aspecto, e preciso de muita flexibilidade e cautela, porque se pode levantar muitos fatores e discussoes, onde muitos não estão preparados dentro deste fenomeno que se cresce a cada dia.
ResponderExcluirDERLI DRUMOND RA. 39609
ED. FISICA NOTURNO.
A visão heterossexuada do mundo na qual a sexualidade considerada como “normal” e “natural” está limitada às relações sexuais entre homens e mulheres. As outras sexualidades, homossexualidades, bissexualidades, sexualidades transexuais são, no máximo, definidas, ou melhor, admitidas, como “diferentes”.
ResponderExcluirO normal pra todos atualmente ainda é o heterossexual, limitando as relações entre os generos.
Infelizmente, ainda admitimos as diversidades sexuais como diferentes, e na sua maioria, sao vista com PREconceito.
MARIANA S. LISBOA EDUCAÇÃO FISICA 29020
Concordo com a Ligia, pois como vemos nas aulas, nos temos q conviver com o diferente, independente de nossa opinião... mas nada melhor do que aprender isso onde levamos o aprendizado pra toda a vida.
ResponderExcluirMARIANA S. LISBOA EDUCAÇÃO FISICA 29020
Eu realmente levei um impacto com este fenômeno, pois acredito em DEUS e na Bíblia, e com a globalização muitas coisas mudaram, porém, não recrimino ninguém. Cada um faz o que tem vontade de fazer. Mas acho que como educadores temos uma tarefa bem difícil, pois a maioria dos adolescentes fazem o que vêem o amigo fazer, muitos nem sabe sua identidade. As identidades realmetne tornaram-se fragmentadas, provocando crise aos alunos. Até mesmo ser homossexual hoje, é ser diferente. Na escola isto virou moda
ResponderExcluir. Acredito que temos que tratar todos iguais mesmo que no fundo achamos algum aluno diferente, por vir de outra cultura e ter um modo de vida diferente de nós.
Tatiane Borges 31767
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Concordo com a Mari quando diz que ser heterossexual é o normal, e as outras sexualidades são consideradas diferentes. Acredito que quando DEUS criou o homem e a mulher e instituiu o casamento foi somente entre homem e mulher, mas como hoje em dia ta tudo bagunçado e muitas pessoas tem opção sexual diferente isso mudou. Só acho que não devemos ter preconceito com as pessoas que tem a opção diferente, mas ainda não acho normal ver na rua casais de homossexuais andando de mãos dadas, é uma coisa que chama atenção "É diferente" do normal que todos esperam. Mas nem por isso devemos recriminar, cada um escolhe a vida que deseja seguir, cada um tem uma religião, ou não tem, cada um acredita no que quer!!
ResponderExcluirTatiane Borges Peres Benassi RA 31767
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Eu também concordo com a Mariana ra 29020, ela comenta que infelizmente o normal ainda é o heterossexual limitando as relações entre os gêneros.E com isto vai gerando cada vez mais o preconceito.
ResponderExcluirO grande problema com o preconceito está totalmente vinculado a uma sociedade que não aceitam conviver com a diferença seja ela qual for. As pessoas são preconceituosas, na teoria todo mundo aceita o “politicamente correto”, mas na prática não é bem assim quem não se enquadra numa pretensa “normalidade” fatalmente será vítima do preconceito.
Eu li uma vez uma reportagem que uma pré-escola na Suécia, baniu os termos “ele ou ela” para se referir aos pequenos alunos, que não são tratados como “meninos” ou “meninas”, mas como “amiguinhos”. Na brinquedoteca, a cozinha, com suas panelas e outros utensílios, supostamente “de predileção” nata das meninas, fica ao lado das peças de Lego e brinquedos de montar, normalmente “preferidos” pelos meninos, para que as crianças não tenham “barreiras mentais” e se sintam livres para escolher entre as duas brincadeiras. O sistema é chamado de “educação neutra em gênero”, mas já há quem tenha apelidado a ideia de “loucura dos gêneros”.
Eu adorei a matéria e acho que é bem por ai que vamos começar a acabar com o preconceito e acho que o Brasil precisa aprender é que qualquer diferença da chamada “normalidade” precisa ser discutida com isenção, respeito e dignidade.
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maria odete 35087
Excluiroi a todos professores sonos irmão na lei de Deus então temos que respeitar todos do geito que é
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